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URGENTE: Dr. Cabeto, secretário de saúde do Ceará, pede para deixar o cargo; Camilo confirma

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O mais importante nome da saúde pública do Ceará, o secretário da pasta, o médico Carlos Roberto Martins, conhecido como Dr. Cabeto, pediu para sair da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa) e não é mais o secretário. A informação foi confirmada pelo governador Camilo Santana através de suas redes sociais.

“Comunico aos cearenses que estaremos fazendo mudanças no comando da Secretaria Estadual de Saúde. Dr. Cabeto manifestou seu desejo de saída. Agradeço por todo o trabalho e dedicação ao nosso estado, sobretudo no momento desafiador da pandemia”, disse Camilo.

Na postagem o governador ainda lembrou do empenho do ex-titular da pasta com a saúde estadual no período de pandemia. Cabeto permaneceu na função por dois anos e sete meses. “Sem empenho, juntamente com toda a equipe, fez o nosso estado avançar nas políticas de saúde pública, melhorando o acolhimento das pessoas, e deixando um legado importante”.

Boa avaliação

A saída de Cabeto levanta uma onda de receio na população cearense. Médico por formação, Cabeto era um nome escolhido por questões técnicas e foi bem avaliado pelos cearenses no controle da pandemia, sempre mostrando números e dados que permitissem a fundamentação precisa das decisões que vinham sendo tomadas. O motivo da saída não foi divulgada.

Não há outro nome ainda divulgado para assumir a vaga deixada em aberto por Cabeto. O nome número dois depois de Cabeto na Sesa é o do também médico Marcos Antônio Gadelha Maia, formado pela Universidade Federal do Ceará (1992) e pós-graduado em Clínica Médica no Hospital Universitário Walter Cantídio e em Cardiologia no Hospital Dr. Carlos Alberto Studart Gomes (Hospital de Messejana).

A saída do então secretário ocorre um dia após a polêmica medida anunciada pelo governador Camilo Santana, que puniria agentes do Estado concursados, que se recusassem a tomar a vacina contra a Covid-19. Na lei que enviaria à Assembleia Legislativa do Ceará, Santana previa punições administrativas e até a demissão dos agentes do seu cargo.

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